Leonardo gasta muito de sua fortuna de filme em projetos ambientais, incluindo duas doações de £650.000 (aproximadamente R$ 1.527,500,00) cada para as vítimas do terremoto no Haiti e a conservação da vida selvagem.
Sobre sua mãe e seu pai:
“Minha mãe, Irmelin, me ensinou o valor da vida. Sua própria vida foi salva por minha avó, durante a Segunda Guerra Mundial.”
A mãe de Léo, quebrou uma perna quando era uma bebê, e foi para um hospital alemão.
“Os refugiados e os soldados também estavam no hospital e ela acabou contraindo várias doenças graves e permaneceu lá por dois anos e meio.
“Minha avó (Helene, que morreu em 2008, aos 93 anos) ia todos os dias, e cuidou dela para ela voltar à saúde – As enfermeiras não tinham tempo. Elas basicamente a deixaram para morrer. Quando você vê uma foto dela, é de partir o coração. Isso traz lágrimas aos meus olhos, sabendo o que ela passou na vida.”
“Eu tenho uma foto, sua primeira fotografia, com uma fralda minúscula. Ela estava muito magra com uma grande barriga. Ela tinha uma barriga cheia de vermes.”
“Depois disso, ela faria qualquer sacrifício. Ela passava três horas por dia, na estrada de nossa casa em Los Angeles, me levando e buscando em uma escola chamada ‘Centre For Enriched Studies’.
Era um lugar que me deu uma apreciação das artes e da vida. Minha mãe sabia que para ir a esta “escola ímã” (principais escolas gratuitas que atraem, como um ímã, os alunos de uma vasta área) iria ajudar o meu futuro.”
“Você precisa de orientação dos pais e eu estava em uma posição muito bem com a minha mãe e meu pai.”
“Eles se separaram quando eu era um bebê, mas mesmo que eu tenha ficado com a minha mãe, os dois estavam muito envolvidos na minha educação.”
“Isso significa que eu posso desfrutar de interesses amplos. Isso me fez querer viajar, mergulhar, coletar arte, ter aulas de arte e todo lugar que eu viajo eu visito os museus.”
“Minha mãe também me ensinou a colocar tudo em perspectiva. Eu nunca cheguei ao ponto em que eu fui mau e cruel com as pessoas.”
“Eu gostei de observar a vida selvagem na África e na América do Sul, longe de Hollywood.”
Sobre a fama e filmes:
“Eu percebo que eu não mudo o curso da história. Eu sou um ator, eu faço um filme, e acabou. Você tem que perceber que somos apenas palhaços para alugar. Depois que tive sucesso isso foi ótimo, a princípio, não se preocupar com dinheiro. Isto estava em minha mente quando eu estava crescendo.
Só de ser capaz de comprar para minha avó alguns echarpes que ela queria e não ter que pensar sobre isso, era um sinal de bons tempos. Parece piegas, mas isso me deu a felicidade na época.” [Curiosidade: Leo comentou sobre ele poder fazer isso para a avó na época, ele ainda se lembra desse fato, que amor]
“Meu pai, George, também afetou as escolhas em minha vida em relação aos filmes. Eu gosto de filmes que tenham chances ou dizer algo diferente ou experimento. Crescendo com ele, eu estava cercado por diferentes artistas – e não apenas atores ou cineastas, mas cartunistas, poetas, escritores.”
“Foi definitivamente parte da geração hippie e eu tenho memórias vívidas de todos os tipos de coisas loucas acontecendo que tiveram influência sobre os filmes que eu fiz.”
Sobre o amor:
“Meu primeiro amor? Garoto, eu nem me lembro. Acho que se eu tivesse encontrado meu verdadeiro amor eu estaria casado agora, não estaria?
“Mulheres pretensiosas realmente não me excitam. Mulheres vingativas, também. O mesmo para mulheres oportunistas. Acho que o que me excita em uma garota é o que a maioria dos homens acham atraente – que é algo genuíno sobre elas. Ser uma boa pessoa.”
Sobre TITANIC:
“Titanic? Eu adoraria dizer que eu previ que seria um dos maiores sucessos da história do cinema. Eu não previ – e me perguntei se eu deveria fazer isso.”
“Eu resisti por muito tempo porque tinham me oferecido o filme ‘Boogie Nights’ (sobre a indústria pornô de 1970, um papel feito por Mark Wahlberg). O fato da Kate Winslet dizer ‘sim’ foi o decisor final.”
“Ela foi incrível. Tínhamos definitivamente ombros um para o outro para se apoiar. Tínhamos que ser parceiros no filme. Toda a reclamação do mundo foi feito entre nós dois, então não tínhamos que extravasar isso em ninguém.”
“Mas eu estou tão contente de fazer parte desse filme. Daqui a alguns anos, as pessoas ainda irão estar assistindo esse filme.
“Eu sou parte de algo histórico, em várias maneiras. Isso me deu tantas oportunidades, como ator, para dirigir o curso do meu próprio destino.”
“Eu fui capaz de levar minha mãe e minha avó para a estréia mundial de Titanic em Londres – um dos momentos de mais orgulho na minha vida.”